25 de janeiro de 2010

Factores de risco geológico associado ás bacias hidrográficas

Cheias- Aumento do caudal dos cursos de água, com elevação e extrava-se do leito normal e inundação das áreas circunvizinhas. Precipitações anormais, degelos ou rupturas de barragens são causas frequentes.

--> Medidas de prevenção
- Ordenamento e controlo da ocupação humana dos leitos de cheias.
- Impedimento de construção e urbanização de potenciais zonas de cheia.
- Construcção de sistemas integrados de regularização dos cursos de água com a construção de barragens.

Barragens- Construções transversais a um curso de água, ficando esta represada, criando uma albufeira.

--> Vantagens
> Regularização dos caudais;
> Irrigação, abastecimento de água e produção de nergia hidroeléctrica.
> Actividades turísticas e desportivas;

--> Desvantagens
> Acumulação de sedimentos com perda de capacidade de armazenamento;
> Redução de detritos debitados no mar;
> Problemas de segurança;
>Impacto negativo nos ecossistemas aquáticos e terestres da zona;

Extracção de areias- Remoção de sedimentos depositados no leito ou margens dos rios para fins de construcção civil.

--> Perigos
> Alterações nas correntes e outras dimensões do rio;
> Redução da carga sólida transportada pelas águas em direcção á foz;
> Impacto na fertilidade de espécies piscícolas, ao londo do rio;
> Erosão de construções humanas;

Reflexão: As bacias hidrográficas como já sabemos são constituídas por uma rede hidrográfica e esta por sua vez é constituída por o rio principal e os seus afluentes e subafluentes.
As barragens podem ser uma solução para aproveitamento de água mas é um problema para os ecossistemas fluviais que ,por exemplo, na limitação dos fluxos migratórios de algumas espécies. As cheias acontecem diariamente com a construção de leitos de cheia aumenta este risco. Pior é se todos os países tiverem o costume de Portugal, que é de construir em cima dos leitos de cheia, o que aumento o risco. Por fim quando retiramos areia para construir alguma coisa estamos a alterar a dinâmica das correntes, o que ,por exemplo, nas pontes irá provocar a erosão da base dos pilares destas e muitas das vezes a sua queda.

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